CEEAK-Centro de Estudos Espíritas Allan Kardec

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Dināmicas e atividades em prol da paz  


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13. Abraços musicais

Objetivo
Favorecer o sentimento de grupo   desde a acolhida positiva de todos
Material
Aparelho de som ou  instrumento musical
Desenvolvimento:
Trata-se de dançar  ao ritmo de uma música, abraçando-se cada vez a mais pessoas até chegar ao abraço final.

A música soa enquanto  os participantes dançam pela sala.
Quando a música parar cada pessoa abraça a outra e continuam dançando com o par escolhido.

Na próxima vez que a música parar cada par abraça outra pessoa, de forma, a partir daí continuar a dançar abraçadas3 pessoas.

E assim por diante. Na proxima vez, cada grupo dançará com quatro elementos e assim até chegar ao abraço final, onde todos juntos se abraçam.


14. Férias conflitivas


Objetivo
Identificar as diferentes atitudes que podemos adotar em caso de conflito para analisar qual é o mais habitual deles.
Desenvolvimento
Escolhe-se cinco pessoas voluntárias para desenvolver o jogo . O restante serão os observadores que terão a função de anotar como a situação de conflito se desenvolve..

As cinco pessoas voluntárias, representarão uma família que decidi ir às férias de verão. Explica-se a cada “ator” e “atriz” a postura de seu papel;  competição, arranjo, proposta, evasão e cooperação. Depois de prepararem-se durante 2 minutos inicia-se a representação.O jogo termina quando o educador achar oportuno. Ao terminaros observadores apresentarão conclusões e proporão possíveis soluções.


15. A Teia de aranha


Objetivo
Desenvolver a capacitade de tomar decisões coletivamente e resolver conflitos. Desenvolver a confiança do grupo.
Material
Espaço amplo com duas árvores ou colunas e uma corda larga.
Desenvolvimento
O educador  constrói uma teia de aranha entrelaçando  várias vezes a corda entre duas árvores ou colunas. Convém deixar espaços de vários tamanhos e determinada altura em função delas e dos participantes.
Explica-se ao grupo que todos estão dentro de uma caverna e a única forma de sair dela é através de uma teia de aranha com o cuidado de não tocar na aranha que os verá e os devorará.

Compete aos participantes buscar soluções para que todos possam  atravessar a teia sem tocar na aranha. Ao terminar se avaliará como as decisões foram tomadas e qual foi a reação de cada pessoa.


16.Território de paz


Objetivo
  • Envolver toda a comunidade  educativa em uma reflexão e em um compromisso pela paz.
Desenvolvimento
Elaborar entre educadores, educadoras e jovens um decálogo, que rechace  todo o tipo de violência e que aposte na paz.
Fazer com que a comunidade educativa entre num consenso com relação ao decálogo.
Fixá-lo nas paredes centrais, especificando no cartaz em que foi escrito o local como um território de paz.  Pode-se organizar jornadas de paz, convocando concentrações, expondo desenhos, redações, representações, competições esportivas,etc, sobre a paz. Também pode-se preparar atividades específicas para motivar outras pessoas: conferências, testemunhos, vídeos forums, manifestações...


17. Marcianos


Objetivo
     • Expor os prejuizos, censuras e intolerancias na  comunicação entre diferentes pessoas  conosco.
Material
Material de escritorio, cartolinas, telas, disfarces
Desenvolvimento
Dividimos o grupo em tres partes iguais em número de pessoas.
O educador diz para todos que os marcianos vão chegar à Terra e que iremos organizar uma grande recepção. Um grupo será de cientistas, outros o corpo diplomático e o terceiro de marcianos e marcianas.
Ao grupo de cientistas explica-se  à parte que tem que preparar um exposição sobre os costumes dos humanos com o material existente: o que comem, o que jogam, seus descobrimentos...

Ao corpo diplomático explica-se à parte, que tem que preparar o recebimento dos marcianos e marcianas para que se sintam bem, acomodados. Que organizem sua recepção, acolhida...

Aos marcianos explica-se-lhes, à parte, que inventem uma linguagem rara, com sons, e que sua forma deve demonstrar com seu corpo que estão contentes e vão destruindo tudo o que os outros lhes hajam preparado. Recomenda-se  que a principio esperem um pouco até ficarem “contentes”.

O educador  fica  presente à recepção e quando de um momento para outro os marcianos começam a revirar tudo, observa as diversas reações de cada participantes.. Em um minuto finaliza a dinâmica.

Depois de avaliarmos nossas atitudes nos perguntamos:
- Que sentimos nessa dinâmica?
- Porque os marcianos agiram assim?
- Os marcianos explicam sua lógica.
- Como reagimos a não poder nos comunicar?  Agressividade? Fuga?
- Por que não foi possível nos comunicar?
- O que poderimos ter feito para conseguir nos comunicar?


18. Escudo de armas
 

Objetivo
Projetar valores de paz em nossas vidas e expo-los ante as demais pessoas.
 Material
Lápis e folhas, canetas hidrocor, cartolinas
 Desenvolvimento
Depois de uma breve introdução à heráldica, pede-se às pessoas participantes que imaginem que cada uma delas é a primeira de uma estirpe que lutará pela Paz. Ao desenhar um escudo de armas estão deixando a missão que devem assumir, a seus descententes, como um projeto que lhes dará uma dimensão  especial a cada familiar
envolvido.
Dar-lhes 20 minutos para que façam esse desenho. Estabelecem-se grupos de 5 ou 6 pessoas e lhes pede que exponham seus escudos sem explicação verbal nenhuma, de maneira que o grupo interprete o que quiser expressar cada uma. Já que todos os escudos foram interpretados, os participantes poderão fazer ajustes na interpretação final.

Depois se pede aos grupos que realizem uma lista com 5 dos valores com maior freqüência nos escudos de cada grupo.

Se faz uma análise comparativa dos mesmos e se chega a conclusões.


19. Siameses


Objetivo
  • Conviver e descobrir a complementariedade e singularidade de cada gênero.
Material
 • Cordas.
Desenvolvimento
Dois a dois dos participantes terão uma corda atada em seus tornozelos ou em ambas as mãos. De modo que cada para fique interligado por uma corda.
Durante algumas horas, enquanto fazemos outras atividades, terão que estar juntos e ajudar-se no que possam. Deverão decidir juntos em cada momento o que fazer e aprender a superar as diferenças e a aprecia-las. Ao terminar perguntamos como se sentiram e o que aprenderam com o outro.


20. Barômetro de valores

De 12 a 16 años


Objetivo
  • Tomar conciência do que nos distingue ou o que  nos une aos demais,praticando a escuta ativa.
Material
 • Escrever no solo ou na parede:  “A favor” e “Contra” ou “Sim”e “Não”.
Desenvolvimento
As pessoas participantes devem pronunciar-se sobre uma afirmação em relação à problemática de gênero. Pode-se estar a favor ou contra. O educador apresenta as regras, que supõe que ninguém pode ser neutro e ninguém pode pedir explicações daquilo sobre o que se vão posicionar. O educador lê uma frase e o grupo  tem que se posicionar situando-se neste espaço que é de a favor ou de contra e dando razões de sua posição. Uma vez escutadas de ambos os lados, se abre a possibilidade de trocar de posicionamento. Quando achar conveniente, o educador lhes mandará voltar ao centro e ler outra frase.
Tratamos de expor frases conflitivas e que envolvam, sem exagerar, distintos tipos de valores.


21. Juiz e agressor
Objetivo
  • Identificar e argumentar as ideas sobre a violência.

Material
 • Mesas, cadeiras, papel, borracha.
Desenvolvimento

Repartimos os papéis de juiz entre todos os joens: juiz ou juíza, acusado, defesa, fiscais, testemunhas, jurado, policiais...

Se argumenta o caso em geral, que para esta ocasião é a agressão de um homem a sua mulher em casa, às duas horas da madrugada...

Enquanto cada grupo prepara seu papel, o educador prepara a sala com a distruibuição para um juiz (juiz no alto, jurado do lado, acusado...) Inicia-se a representação da maneira mais solene possivel. Termina quando o educador julgar conveniente e o jurado der seu veredito.

Após isso, extraímos entre todos conclusões.



22. Juiz de si mesmo

Objetivo
Identificar a forma que cada um tem de relacionar-se com o sexo oposto.

Material
 • Papel, lápis e borracha
Desenvolvimento
Cada jovem faz uma lista que inclua todas as outras pessoas do outro sexo que se relaciona normalmente.

Ao lado de cada nome assinala a atitude com a qual se dirige a essa pessoa. Analisa e escreve se o seu comportamento é amável, frio, agressivo, de depressiação, carinhoso... se suas intenções são gratuitas, interessadas..., se seus sentimentos são negativos ou positivos..., que tipo de comentário faz, gestos, ambiente, intensidade de voz... e por que. Podemos por música ou guardar silencio. Durante alguns momentos, para apoiar a concentração e a reflexão.

(Podemos fazer a mesma nálise em outras pessoas, depois de uns dias de observações).



23, Um programa de TV


Objetivo

  • Desenvolver a crítica ante os meios de comunicação evidenciando seus tipos de violência..
Material
 • Varios materiais cotidianos, máscaras e disfarces
Desenvolvimento
Divide-se a turma em grupos de 5 a 6 pessoas e escolhe-se um programa de televisão que gostem. A seguir cada grupo tem que preparar uma representação cômica desse program, exagerando as atitudes dos protagonistas. Depois de fazê-la cada um, em público nos perguntamos:

- Que tipo de programa nós gostamos? Por quê?

- O que comentamos a respeito desses programas?

- Que tipo de comunicação propõem?

- Em geral, a televisão tenta: fazer lavagem cerebral? Unir? Dar cultura? Isolar?




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Indice:

13.Abraços musicais

14. Férias conflitivas

15. Teia de aranha

16. Território de paz

17. Marcianos

18. Escudos de armas

19. Siameses

20. Barômetro de valores

21. Juiz e agressor

22. Juiz de si mesmo

23. Programa de TV

 

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