CEEAK-Centro de Estudos Espíritas Allan Kardec

 

     

Dinâmicas de Valores


 

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Declaração de valores

Objetivo:

  • Demonstrar que os valores variam de acordo com as pessoas;
  • Conscientizar aos membros participantes sobre o problema dos valores diferentes

Tempo: 28 minutos

Tamanho do grupo: 10 participantes

Lugar: espaço amplo (uma sala suficentemente ampla com cadeiras, para acomodar a todos os membros participantes)

Material: fácil aquisição

  • papel em branco, lápis, borracha
  • folha com três fases

Desenvolvimento: (sem formato)

  1. Inicialmente o instrutor explica como será o exercício. Distribui uma folha com frases a cada participantes, e pede-lhes que cada qual escolha a mais importante das três. As três frases podem ser, por exemplo: - ser generoso com as demais pessoas; - ser seu próprio chefe; - ter amigos compreensivos;
  2. Após a escolha, se formam subgrupos, juntando-se os membros de acordo com a escolha feita. Aqueles que escolheram, por exemplo, a primeira frase como mais importante, discutirão as razões que tiveram para fazê-la. Assim se forma subgrupos semelhantes, para cada frase.
  3. Depois de uns 10 minutos de discussão se forma o plen´rio, para expor a todos os participantes as razões da escolha de tal ou qual frase.
  4. Ao final, haverá tempo para opiniões sobre a experiência vivida no exercício.
  5. O instrutor guia um processo para que o grupo analise, como se pode aplicar o aprendido em sua vida.

Valores

Objetivo: ressaltar o positivo do grupo.
Material: folhas, canetas e alfinetes.
Desenvolvimento: cada participante recebe uma folha em branco. Depois de refletirem um momento sobre suas qualidades, anotam na folha colocando o seu nome.

Em seguida prendem a folha com alfinete nas costas e andam pela sala, um lendo os valores dos outros e acrescentando valores que reconhecem no companheiro. Só no final todos retiram o papel e vão ler o que os colegas acrescentaram.


 

Boas notícias

Objetivo: Avaliar os fatos bons de nossa vida
Participantes: Todos os presentes no encontro

Material: Uma folha de papel e lápis para cada pessoa.
Descrição:
1 - O animador pode motivar o exercício da seguinte maneira: "Diariamente, todos nós recebemos notícias, boas ou más. Algumas delas foram motivo de grande alegria e por isso as guardamos com perfeita nitidez. Vamos hoje recordar algumas dessas boas notícias ".
2 - Logo após, explica como fazer o exercício: os participantes dispõem de 15 minutos para anotar na folha as três notícias mais felizes de sua vida.
3 - As pessoas comentam suas notícias em plenário, a começar pelo animador, seguido pelo vizinho da direita e, assim, sucessivamente, até que todos o façam. Em cada uma das vezes, os demais participantes podem dar seu parecer e fazer perguntas.
Avaliação:
- Para que serviu a dinâmica?
- O que descobrimos acerca dos demais?


 

O boneco


     Dividir os participantes em seis subgrupos. Cada um ficará responsável por uma parte do boneco: cabeça, tronco, braços, mãos, pernas e pés.

     Cada grupo desenhará uma parte do corpo e terá duas perguntas para responder. As respostas devem ser registradas nos cartazes juntamente com o desenho. Para que os grupos tenham uma visão geral da dinâmica, é importante que se leiam todas as perguntas antes de iniciar o trabalho.

a)     Cabeça: Qual a realidade ambiental que vemos? O que escutamos da sociedade sobre a preservação da biodiversidade?

b)     Tronco: O que sentimos sobre a degradação ambiental? O que sentimos sobre o papel do estudante na preservação da biodiversidade?

c)     Braços: Até onde podemos alcançar com nossa ação? Com quem (pessoas, entidades etc.) podemos andar de braços dados na preservação da biodiversidade?

d)     Mãos: Quais os compromissos que podemos firmar enquanto grupo na preservação da biodiversidade? Quais as ferramentas que temos disponíveis na escola para divulgar nossas idéias?

e)     Pernas: Que caminhos queremos tomar no desenvolvimento de ações de preservação da biodiversidade? Qual o suporte (pessoas, materiais, finanças etc.) que temos para desenvolver uma ação?

f)      Pés: Que ações podemos realizar envolvendo nossa escola na preservação da biodiversidade? Que resultado desejamos com nossa ação?


Fonte: Extraída da cartilha “Semana do Estudante - Há que se cuidar da vida”, 2007. PJE-PJB.Dinâmica publicada junto ao artigo "Semana do Estudante e da participação juvenil" na edição nº 379, jornal Mundo Jovem, agosto de 2007, página 3.


 

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Valores familiares


Objetivo: Identificar valores e mensagens transmitidos pela família.

Materiais necessários: Ficha de trabalho e lápis.

Desenvolvimento:
1. Grupo em círculo, sentado.

2. Distribuir ficha de trabalho e lápis, pedindo que respondam individualmente às questões contidas na ficha.

3. Dividir o grupo em cinco subgrupos. Cada subgrupo fica responsável por uma das questões da ficha de trabalho.4. Solicitar a cada subgrupo que discuta as respostas individuais à questão que lhe coube, registrando os pontos comuns. Tempo.

5. Cada subgrupo apresenta suas observações.

6. Plenário - comentar os pontos de discussão:

* Que valores são especialmente importantes para a sua família?

* O que lhe chamou a atenção de tudo o que ouviu?

* Como se sente em relação à diversidade de valores do grupo?


7. Fechamento: o facilitador ressalta para o grupo que os valores que possuímos influenciam nossas atitudes, decisões e comportamentos. Nenhum ser humano vive sem um núcleo de princípios interiores que orientem sua interpretação do mundo, dando sentido e direção para sua vida.

Ficha de trabalho:
O que sua família pensa sobre:
1. Ter bom desempenho na escola?
2. Participar de grupos sociais, grêmio estudantil...?
3. Ter um emprego?
4. Ter relações sexuais?
5.Ter religião?
6. Respeitar as leis?

Fonte: Projeto Adolescência Criativa Olodum   Dinâmica publicada na edição nº 372, Novembro de 2006, página 15.


 

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Colcha de Retalhos


Atividade:

     Quantas vezes sentamos ao lado de nossos avós ou mesmo de nossos pais para escutar aquelas longas histórias que compuseram a vida e a trajetória da nossa família e, portanto, a trajetória da nossa vida? Quantas vezes paramos para pensar na importância do nosso passado, nas origens de nossa família, e mais, de nossa comunidade? Indo um pouco mais longe, quantas vezes paramos para pensar de que forma a cultura da nossa cidade e de nosso país influencia o nosso modo de ver as coisas?


     Pois é. Nós somos aquilo que vivemos. Somos um pouquinho da via de nossos pais e avós, somos também um pouquinho da vida de nossos pais e avós, da nossa, do nosso bairro, das pessoas que estão à nossa volta, seja na cidade ou no país onde vivemos.


     Isso é o que se chama identidade cultural. E esta é uma atividade que ajuda a buscar essa identidade - o que significa buscar a nossa própria história, conhecemos a nós mesmos e a tudo que nos rodeia. Buscar a identidade cultural é “entender para respeitar” nossos sentimentos e os daqueles com quem compartilhamos a vida.


Material:


* Tecido - lona, algodão, morim cortados em tamanho e formatos variados


* Tinta de tecido ou tinta guache (é bom lembrar que o chache se dissolve em água


* Linha e agulha ou cola de tecido.

Passos - Como se faz:


1ª Etapa - História de Vida


        Peça a todos os participantes para relembrarem um pouco de suas histórias pessoais e das histórias de suas famílias, pensando em suas origens, sentimentos e momentos marcantes, em sonhos, enfim, em tudo aquilo que cada pessoa considera representativo de sua vida. Depois disso, peça para escolherem pedaços de tecidos para pintar símbolos, cores ou imagens relacionadas às suas lembranças. Esse é um momento individual, que deve levar o tempo necessário para que cada um se sinta à vontade ao expressar o máximo de sua história de vida. Quando todos terminarem, proponha a composição da primeira parte da Colha de Retalhos, que pode ser feita costurando ou colando os trabalhos de cada um, sem ordem definida.


2ª Etapa - História da Comunidade

           Esta etapa exige muito diálogo entre os participantes, que devem construir a história da comunidade onde vivem. Uma boa dica é pesquisar junto aos mais velhos.
O grupo escolhe alguns fatos, acontecimentos e características da comunidade para representá-los também em pedaços de tecido pintados. Pode-se reunir as pessoas em pequenos grupos para a criação coletiva do trabalho. Todas as pinturas, depois de terminadas, deverão ser costuradas ou coladas compondo um barrado lateral na colcha.


3ª etapa - História da cidade, do país, da Terra

         A partir daqui, a idéia é dar continuidade à colcha de retalhos, criando novos barrados, de forma a complementá-la com a história de vida da cidade, do país, do mundo e até a do universo. Não há limites nem restrições. O objetivo principal é estimular nos participantes a vontade de conhecer e registrar a vida, em suas diferentes formas e momentos. Desse modo, poderão se sentir parte da grande teia da vida.


Fonte: “Paz, como se faz? Semeando cultura de paz nas escolas”, Lia Diskin e Laura G. Roizman.


 

   
 
   
 
 

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